24 de junho de 2015

Prefeito on-line

Assim como posso governar todo o território nacional mesmo com meu emprego em um porão de navio, sem o exagero de gastos com pessoal e estruturas, lanço minha candidatura como prefeito de qualquer cidade que o queira, tantas quantas quiserem. #prefeitoalfrino #alfforpresident 

21 de junho de 2015

Medalha

Prova iniciou e terminou dentro de uma unidade militar, aí tá tocando um baita som com dj, cheguei de meia e tapa olho, adivinha quem foi o único civil pra quem perguntaram nome, pediram identidade e justificativa de presença no local. O segundo militar ainda questionou se eu ia correr só de meias. Depois, um me perguntou o número do pé pra me conseguir um tênis. Muito grato, não quis. Tinha frutas, água e barra de cereais, vai ver eu tava com pinta que fui lá só filar o rango. Pode ter sido a brincadeira na hora de passar no portão, quando perguntei se era rave. O lance é que 150 anos atrás um monte de gente morreu por aqui. Por que? Já virou petróleo? Vai se repetir? Hora dessas, quem não corre morre. Enquanto corri pensei em gente que corre hoje pra não morrer. Lamento pela merda que tá aí. Corro contra isso. Sou candidato. Em Inglês se diz Run for President! É a corrida eleitoral! #alfforpresident #prefeitoalfrino 

9 de junho de 2015

Cidadela

O Partido da Humanidade (PUM) tem sido um permanente plágio. A história conhecida nos ensina muito e de lá foram coletadas algumas práticas dentro de um sistema coeso e humano. O principal é a humanidade. Lucros e luxos são no mínimo secundários. Cada política adotada deve ter como fim, motivo e força a totalidade dos cidadãos de forma igualitária, respeitando as diferenças regionais que exigem adaptação, como o extremo sul, onde o frio pode ser fatal. O policiamento reforçado, a saúde atendida sem custo, assim como a necessidade de educação até o grau superior. Quem não quer esses direitos? Quem não os merece? Humanos! Todos nós sabemos, tememos e tombamos. Qual de nós merece menos do que eu ou tu? Qual? A quem pode o sistema negar o melhor nesses casos? Ainda, a população deve ter à disposição roupas básicas e alimentos vegetais crus pra quem quiser. Com a garantia de acesso a todos os elementos que garantem o amanhã a gente se faz livre. Além disso, a moradia também é um direito, pois é necessidade básica, seja onde for. Uma das maneiras de se fazer funcionar o conjunto é a criação de cidades de um quilômetro e meio de extensão através do país, nas quais cerca de vinte mil pessoas podem ser atendidas e desenvolver suas vidas com um mercado central, uma escola, um hospital e 50 agentes de segurança. A área ao redor pode ser utilizada pra cultivo do alimento disponível. Uma única central de vida pode deixar que a paz resida em todo canto. A no máximo três quadras de distância, um dos maiores direitos (a vida)  garantido. Que ocorrência policial não pode ser atendida prontamente a 750 metros de distância? Qual emergência médica? Núcleos habitacionais desse tipo são simples de coordenar com o atual avanço tecnológico que nos capacita com a rede de comunicação e transporte, por exemplo. Aos que querem lucros, é só procurar um canto desses e se estabelecer em uma dessas áreas. Como o serviço é essencial e garantido a todos, sempre vai ter clientes. Sem periferia, sem distinção de classe, cara, cor, credo, orientação sexual ou de idade. Imagino os milhões de pessoas que podem ver nisso uma melhora na qualidade de vida. Visualizo muito sofrimento que a simples distância do recurso essencial pode causar. Não existe modo de expressar aqui a infinidade de projetos que podem ser desenvolvidos nos terrenos amplos de cada lote. É possível fazer um bom trabalho de diversas maneiras, desde que voltado pra humanidade. #partidodahumanidade 

4 de junho de 2015

Corpo

O corpo de Cristo virou um feriado. Nada mais. A entrega de uma vida por uma luta social profunda se tornou um breve descanso entre uma jornada e outras. A causa da viúva, do doente e do faminto, assim como do preso e do oprimido? Que nada! O que importa é o passeio no final de semana prolongado. Corpus Christi é desculpa pra satisfação do corpo carnal. Como se fosse preciso ter desculpas pra algo tão humano. Quem afinal quer falar de tristeza, já que ela não vai embora nunca da conversa de todos os dias? Que se cale esse tal Jesus que insiste em fazer do jeito dele. Em vez disso, vou ouvir o que o líder religioso diz: que eu tô salvo! Sim, porque sigo a religião dele e porque isso me faz pensar que alguma coisa deve estar bem e que eu sou mais legal que os outros. Deixei de lado esse papo de cuidar de enfermo e aflito. O que posso fazer é acusar quem não vê a realidade como eu. Aí, no meio de tudo isso, aparece um feriado pra eu poder parar de trabalhar. Cristo não tem nada a ver com isso. Nada. Só o corpo, a carne. Qual o nome do próximo descanso? 

2 de junho de 2015

Cri

Atualizando, já que a contagem regressiva parou... Uma semana atrás saiu a homologação, depois de um procedimento judicial de mais de uma década. Agora falta só uma semana pra começar o curso de formação resultado de um concurso que começou em 2013. Ainda assim os dias pela frente, parecendo tão poucos, são cada um uma eternidade em si. Passada a etapa de tribunais, fica a impressão de que a justiça já foi cumprida. A justiça não é um passo, envolve igual oportunidade, conquista ainda não atingida, mas opera em atendimento ao que a lei define, a qual foi escrita por pessoas escolhidas por nós. Às vezes são vírgulas que separam o faminto e a comida, o doente e a medicina. Alguns colocam a culpa e a razão na fé, na incerta tentativa de achar que sabem o que acontece. A realidade é que o papel do político é o mesmo do líder religioso. Os dois tentam nos convencer que sabem o que falam e nós os apoiamos porque o que falam parece ter sentido e queremos achar que sabemos a solução. Nem a religião e nem o governo, apesar de todos os belos textos sobre combate à desigualdade, resolveram o problema. Eles não sabem a resposta. Eles ignoram o sofrimento, assim como a maioria de nós. Nem se esforçam pra descobrir a resposta. Meu passo é só mais um na manada humana que alimenta o egoísmo com o suor alheio. Se não for assim, morro eu e o que de mim depende. Meu caso é só mais um. Todos querem o tal direito à vida, mas não existe. O que temos, a maioria, é um dever que nos dá em troca o sustento e, talvez, algo mais. O que posso fazer é defender que todos tenham acesso gratuito a comida nutritiva, moradia, saúde, roupa, educação e segurança. O restante pode ser conquistado, mas isso é pra ser direito, aí sim posso dizer que a justiça avançou, aí sim posso dizer ao crente que a escritura foi cumprida,  ainda que ela seja um mito criado pra trazer valor a um povo marginalizado que vagou pela terra buscando um lar e autoestima. Se tua crença é fé e portanto obras, não te prendas ao que a letra diz, pois ela mata. A lei torta pode ser corrigida. Age com o voto olhando o coração, não a aparência. Quem não é humano? A quem é justo negar a vida? 



18 de maio de 2015

Severino

Ô se eu fosse um só 

Sem sabê o que sei 
Ia sê bem mais pió

Poliglota minha lei 
Muitos tipo de nó
Se errá eu dancei 

Me humilho ao pó
Sirvo o tudo ao rei 
O tal dono sem dó 

No trabalho serei 
Nulo e tudo e só 
Faço tudo,  dizei 

17 de maio de 2015

Colateral

Nessa época de fúria

De mui conhecimento 
A multidão já se agita 
Até com pouco vento 

Tantas espécies de fome 
Diversos os tipos de frio
No mundo manda nome 
Que tem a grana e o fuzil 

Em vez de caras nas ruas 
Dispostas a ser fácil alvo 
Com grito anti falcatruas
Aviso: voto é luta a salvo 

Engano é não ter comida 
Mentira é paz sem saúde 
Se temos o direito à vida
Que o governo nos ajude 

Em vez de levar a amigos 
Pra briga contra o canhão 
Sejam todos bem sabidos 
Plantando vida na eleição 

#partidodahumanidade 

5 de maio de 2015

Challenge


1 de maio de 2015

Estiva - Rio Grande/RS

Em Rio Grande/RS entre as pessoas com quem falo volta e meia encontro quem sabe de um estivador em particular. É profissão própria de localidade portuária. Durante a história da humanidade o trabalho era passado pra parentes e amigos, poucos sabiam quando ia chegar um navio ou como ajeitar a carga pro barco não virar nem cair tudo com o sacudir das ondas. Hoje o fluxo de mercadorias é absurdamente maior e o sistema de dados é alimentado cuidadosamente. Antigamente os pais ensinavam a profissão aos filhos desde pequenos. Hoje levar crianças no trabalho do pai pode ser considerado crime. Além disso, existe um sistema de treinamento cada vez mais avançado dentro das instituições que operam no ramo. A tecnologia tem diminuído a necessidade de força humana, mas na estiva ela é essencial. Engenheiros e engenheiras podem calcular o ponto de equilíbrio da embarcação, mas na hora de colocar e tirar tem que ter gente. Cada navio é diferente, sem dúvida nenhuma. Às vezes são parecidos, mas não existe um padrão. Pode ser um degrau ou um buraco, um cabo ou uma avaria. São tantas variáveis que é pouco provável que alguém possa colocar num aplicativo. Talvez. O mercado muda, as exigências também. O que era profissão de família deixa de existir quando o assunto é inovação. Não sei se isso é injusto ou não. É parte da modernidade. A regulamentação do comércio exige uma gestão da mão-de-obra humana. Enquanto robôs não tomarem conta dos downloads e uploads analógicos dos portos, ainda será necessário um cérebro humano que coloque o corpo no trabalho de estivar. Em meio a isso nos encontramos hoje. O governo do Brasil decidiu acabar com o sistema fechado de escala, onde a indicação era tendenciosa. Com isso, no mínimo uma geração que sempre se pensou na estiva de um barco fica sem chão. Vidas criadas pra isso, muitas vezes. O que posso dizer a eles? Nada. É o impiedoso mercado. Ele regula tudo. É a cruel tecnologia que diminui nosso esforço. Talvez em cada mudança de lei ou grande avanço da tecnologia o governo deva se perguntar o que vai ser das pessoas. Entendo que o mercado cada vez mais terceirizado tem espaço pra contratar os experientes do porto, mas mercado é mercado. Tem que saber que muda, como as marés e os navios. De minha parte, aguardo minha vez na escala. Sou candidato aprovado nas fases teórica e prática do concurso elaborado pra regularizar uma contratação imprópria, segundo o que foi decidido e confirmado judicialmente. Espero ouvir meu nome ser chamado a partir do dia 25 de maio. Não questiono minha posição na fila, tenho todo direito de estar aqui. Quanto às famílias que vivem disso hoje digo que é preciso entrar na nova fila, mas neste caso das empresas privadas, até que um novo concurso público seja aberto pra novas contratações. Eu particularmente não tenho pressa de sua saída, até porque os meses de maior movimento de cargas começam agora. Talvez o melhor pra todos seja estender esse prazo de saída em vez de parar a fila e apressar uma nova chance de contratação, porque a demanda existe. Sou o 58. Quanto aos demais, não é de hoje que defendo que o governo deve garantir a manutenção das necessidades básicas à sobrevivência de cada um, mas aí a luta é pra mudar a lei e abrange outros tantos casos e profissões. Dura lex sed lex. A lei é dura mas é a lei, diziam os antigos. Como povo precisamos entender que somos os autores dela,  não apenas sujeitos a sua força. 

30 de abril de 2015

Encontro pra JÁzz

No dia mundial do jazz, cadê o convite feito no dia pra evento não planejado de antemão, bem no tom do improviso? Pode ser ali na esquina ou na beira da praia, tanto faz, afinal pode ser free jazz. Pode ser até fora do dia do jazz. 

27 de abril de 2015

Protesto

No RBS Notícias tentando conseguir o trabalho que eu quero e pro qual fui devidamente aprovado.

23 de abril de 2015

Inconveniente

A noite foi interrompida por pesados fogos de artifício pontualmente às cinco da manhã a meia dúzia de quadras de onde eu estava. Coloquei as alpargatas e corri até lá. Quando cheguei ao local, senti claramente o cheiro de pólvora. Ali perto, um morador de rua sentado ao lado de sua coberta também parecia não entender o que tinha acontecido. Ao me ver chegando deitou-se e assim ficou até que fui embora. Enquanto alguém esbanja dinheiro pra pagar pelo prazer de incomodar, outro sequer tem um teto que lhe abrigue do frio que fazia. Sem saber qual o autor do atentado contra o sono alheio, voltei pra casa e no caminho vi uma mulher na frente de uma residência perto de uma esquina onde meu olfato detectou aquele mesmo odor. Provavelmente foi acordada pelas barulhentas explosões, como muitos outros na região. Horas antes eu corri pra atender a um cliente pois o pneu da bicicleta estava vazio. Dormi com vontade, cansado física e mentalmente, enrolado por causa da baixa temperatura. Na hora dos estouros estava desperto e ativo. No momento em que me pus na cena do crime os sentidos estavam em estado de alerta, sem a sonolência típica do horário. Uma hora mais tarde o vizinho cumpria sua rotina diária de preparação pro trabalho. Nossos pequenos dramas em um canto do planeta contrastam com tanta coisa terrível que acontece em outras terras. Talvez em bilhões de mentes haja uma dor imensa, causando um somatório de sofrimento cotidiano. No meio desse lamento coletivo, alguns poucos encontram alegria em piorar a situação. Se tua mentalidade anda na direção contrária desse pequeno grupo, recomendo uma séria avaliação do que tem sido dito em relação ao Partido da Humanidade. Cada instante pode ser crítico pra quem não tem o que se precisa pra viver. #partidodahumanidade 

21 de abril de 2015

Falo

Estas palavras são mais que palavras, porque são a expressão ainda que rasa do que sinto. Desde que nasci minha família se preocupou pra que eu tivesse saúde e fosse instruído. Com o passar do tempo, pude terminar uma faculdade, o que me permite ter um trabalho que garante meu sustento. Hoje em dia posso gozar de alguns confortos e até mesmo ter tempo pra pensar e escrever o que penso. Não sou melhor que ninguém, apenas tive a oportunidade dada por alguém e aproveitei o que recebi agindo. Meu desejo é que todos possam ter essa chance. Com a criação do Partido da Humanidade (PUM), defendo que cada pessoa tenha esse caminho aberto pra que, em vez de lutar pela sobrevivência, possa conquistar seus próprios objetivos. A proposta é simples: comida, moradia, roupa, cuidados médicos, educação e segurança pra cada um gratuitamente, desde o nascimento até a morte. Dessa maneira, o dinheiro ganho com o trabalho pode ser usado em algo mais que se queira. Não pretendo que os outros sejam como eu, mas que possam fazer de si o que quiserem, cada um em uma busca pela sua perfeição, de acordo com seu entendimento do que seja isso, ou ainda pra insistir no que desejar. #partidodahumanidade

19 de abril de 2015

Índio

No Brasil, assim como em outros países, o processo de invasão, também chamado descobrimento e colonização, foi aos poucos tomando do habitante nativo as terras mais produtivas. A população indígena,  acostumada a buscar na natureza seu alimento, ou foi morta ou direcionada pra reservas, ou seja, frações de sua propriedade original que interessa menos ao agricultor e ao criador de animais. Privadas de comida, as tribos tiveram que encontrar outra maneira de sobreviver. Desde a venda de artesanato à prostituição, passando pelo trabalho praticamente escravo, o índio perdeu mais do que a terra. A sociedade, apoiando quem sabe ganhar dinheiro, rouba o quanto pode, sujeitando qualquer um a esse sistema de exploração. Não são só esses povos que são usurpados. Quem menos tem é que paga a conta e que enche o bolso do rico. Uma vez que o problema já existe e não é possível fazer com que cada coisa seja restituída, até porque milhões já morreram, o que dá pra mudar é a política de apoio ao ser humano. O governo, em vez de dar um monte de grana, precisa dar o essencial à manutenção da vida, pra que cada um possa ser quem quiser. O programa do Partido da Humanidade (PUM) é simples assim. A injustiça estabelecida precisa ser desfeita. Por fim, somos quase todos iguais, sequestrados de nossa cultura original e dominados por outra que privilegia poucos. É possível mudar. #partidodahumanidade 

17 de abril de 2015

Palavrão

Muitos podem se ofender ao ouvir palavras tidas como profanas. Líquido seminal! Mas que massa fecal é essa? Existe palavra mais feia e agressiva que 'desigualdade'? Sim, somos diferentes em corpo e mente e não é aí que reside a aberração. Obviamente percorremos caminhos distintos e temos desejos particulares, porém nem nessa questão se encontra o absurdo. Nascemos sem ver que existem muitos de nós que jamais tiveram ao alcance alguns recursos essenciais à existência. Recebem todos a comida em suas mesas sem esforço? Enquanto uma minoria tem tempo pra estudar, pra agir livremente e assim poder buscar seus objetivos, a imensa maioria somente vive. Desde a manhã até a noite a grande massa humana busca saciar a fome sua e dos seus. Trabalhadores saem de casa cedo, voltam tarde e nada lhes resta a não ser poucos momentos de descanso. Quantos podem se dar ao luxo de falar em desenvolvimento pessoal ou mesmo profissional quando o ritmo é tão acelerado pra cumprir a obrigação de sobreviver? Quem pode valorizar a si quando o estômago geme por escassez e o cérebro se preocupa se vai ter o que comer? Nesse aspecto reside o horror da nossa distinção. Isso, então, é agressivo ao ouvido, à visão. É trágico ver a mais potente criatura vivente do planeta ser desperdiçada, destratada, anulada, aprisionada. Mandar alguém tomar no orifício anal ou copular consigo mesmo não é grave. Desrespeito é mais que ondas sonoras inadequadas ou abstrações vocabulares indesejadas. O pior é se achar melhor ou mais merecedor por ter recebido a oportunidade de progredir. A fim de acabar com essa verdadeira ofensa é que o Partido da Humanidade (PUM) defende que cada um tenha, do nascimento à morte, garantido como direito o acesso a comida, roupa, moradia, tratamento de saúde, segurança e educação. #partidodahumanidade

15 de abril de 2015

Explosivo

Cocaína, trigo e dinamite têm algo em comum. De fato, cocaína e trigo estão mais próximos quimicamente um do outro do que se deseja falar. A química orgânica se baseia na ligação polivalente do carbono (C) e naturalmente o oxigênio (O) e o hidrogênio (H) se combinam com ele. Enquanto o oxigênio carece de dois elétrons em sua camada externa, o hidrogênio tem a oferecer o seu único. Ambos completam o anel benzênico de diversas formas. Gordura, mel, maltodextrina e outras tantas substâncias são apenas diferentes configurações desses três elementos que, juntos com outros mais, constituem vitaminas, ácidos etc. Quando ingerimos esse trio, os dois primeiros (C e O) são expelidos pela respiração (CO2) e o terceiro (H) sai pela urina. Os demais ingredientes são assimilados pelo corpo e utilizados. Na maioria das vitaminas vamos encontrar a mesma turma (P e K, por exemplo) e em menos casos temos o nitrogênio (N), conhecido pela sua utilização em artefatos explosivos e em veículos de corrida (por isso a terra é comumente tratada com NPK). Poucos sabem que é o N que se mistura ao trio (C, O e H) para formar a cocaína e o ácido fólico, presente no trigo (em sua forma crua mais facilmente absorvido por nossos corpos). Sua configuração eletrônica (3 elétrons a menos na camada externa) o torna instável, ou seja, pode sair rapidamente de uma substância para outra. Quando essas reações ocorrem, muita energia é trocada. Daí temos as explosões e outras manifestações, como o ímpeto muscular e a agitação mental. Quando a cocaína é aspirada, o nitrogênio chega rapidamente ao cérebro, que entende que há uma reserva grande de N espalhada pelo corpo e portanto coloca o sistema todo em grande alerta para bem usar esse elemento. Entretanto, isso é um engodo. A mente pensa que tem energia pra queimar, mas está errada. Por sua vez, quando comemos o trigo em sua forma natural abastecemos o organismo com N, sem mentir pro cérebro. Um tratamento pra cocainômanos pode ser uma dieta baseada em trigo cru (alimento apropriado para atletas) e talvez essa planta seja futuramente usada na fabricação de bombas, combustíveis e outros materiais que necessitem dessa volatilidade. A verdade é que durante milênios temos feito uso desse vegetal como fonte desse potente nutriente, uma vez que nos transforma em uma bateria pronta pra colocar em funcionamento qualquer parte de nós, inclusive o raciocínio. Quem sabe assim, pensando melhor, abandonemos a vontade de explodir, de acabar com as vidas, e as salvemos. Talvez percebamos o bem que nos faz o alimento e assim queiramos que todos possam desfrutar dessa maravilha. O Partido da Humanidade não apenas defende que todos tenham direito a comida, mas também a moradia, roupa, tratamento de saúde, educação e segurança como direitos básicos, de forma que cada pessoa tenha acesso a esses recursos com qualidade e gratuidade, pra que ninguém precise se preocupar com isso e possa assim usar a cabeça pra outros fins. #partidodahumanidade

10 de abril de 2015

Interdisciplinar

#partidodahumanidade 

Primário


9 de abril de 2015

Básico

7 de abril de 2015

Avulsa

Das reformas mais importantes que se falam, uma das de mais peso é a candidatura avulsa. A gente vive cheia de ideias mas não tem apoio, acordo ou dinheiro pra entrar em partido, então tudo fica só na mente das pessoas e na mão de grupos de lobos com discursos de anjos. A política sempre teve portas fechadas pra parcela que precisa ser ouvida. Faz isso colocando barreiras. Se não financeiras, de parcerias. É como a famosa expressão 'quem indica'. Se formos colocar na balança, tem mais rico no ramo político que pobre, mas na verdade no mundo tem bem mais pobres do que ricos. A candidatura avulsa é a maneira mais fácil de estabelecer a verdadeira representatividade. #partidodahumanidade 

Ano e meio

Um ano e meio pra escolher o futuro prefeito. Onde está a liderança da cidade? De uma hora pra outra vai aparecer um santo milagreiro? Vamos ter que nos contentar com o 'menos pior' mais uma vez? Vamos puxar do legislativo (que faz a lei) alguém sem perfil pra ser executivo? Estar na política não é sinônimo de competência executiva. Vamos votar em gente que sequer ouvimos falar antes que vendam uma imagem perfeita na campanha? Pode parecer pouco, mas dezoito meses voam, semana após semana, na rotina. Além disso, tem que votar pra vereador. Além da turma que já foi eleita anteriormente, cujo desempenho político podemos avaliar, quem faz algo que mereça confiança? Depois serão 4 anos sem poder trocar... #partidodahumanidade

5 de abril de 2015

Falsa Páscoa

Desculpa o transtorno, mas eu não acredito no mesmo que tu. Não creio que Jesus tenha morrido como pagamento de pecados alheios, mas pela maldade dos que perderiam suas posições de poder se o povo desse ouvidos à mensagem dele. Tenho minhas razões pra acreditar nisso, inclusive com apoio na Bíblia, mas isso fica longe do ponto principal. De fato, ele não disse que pagaria nada, apenas ensinou e praticou boas obras. É tanta coisa sendo dita em nome dele que nunca foi o que ele mais enfatizou com sua boca e suas mãos. Falam em Páscoa, mas, como já escrevi anos atrás na mesma ocasião, o significado se perdeu. A liberdade é a razão da festa. Um povo escravo foi liberto depois de muito tempo. Segundo a tradição daquelas pessoas, a cada 50 anos os escravos precisariam ser feitos livres. Desde o início a mensagem era a liberdade dos cativos, o alívio pro oprimido. Em algum momento isso se perdeu e veio a tal doutrina de pagamento por pecados. Nada mais longe da verdade, pois tira do ser humano a responsabilidade individual. A verdadeira Páscoa envolve tirar um povo de cativeiro e hoje em dia, quando bilhões trabalham duro pra conseguir tão somente sobreviver, é imperativo que isso seja tratado. A vida é pra ser direito em vez de conquista. O ser humano morre sem comida, roupa, abrigo, cuidado médico e segurança. Nada mais importa tanto. O resto da sociedade é uma mistura de vontades outras, que são de menor peso. Garantir a existência da população é a meta primeira, o restante, sim, são as conquistas, senão é exploração, é pecado, ou seja, infelicidade. #partidodahumanidade 

3 de abril de 2015

Eu

Não sei quanto a ti, leitor, mas eu gosto muito de agir. Em alguns casos, de maneira insistente. Quem me conhece se utiliza de palavras como ninja, violinista, professor, desenhista, dentre outras. São atividades que desenvolvi com o passar dos anos, mas em nenhuma delas me encerro, ainda que muitos neurônios tenham sido usados pra esses meios da minha vida. Na verdade, são ações que se atravessaram no caminho. Já trilhei várias estradas, estive em algumas viagens pelo país e minha sede por ação nunca se vai. No decorrer das passadas que meus pés dão, vou percebendo o que é a vida. Não sei quanto a ti, leitor, mas eu vejo soluções quando percebo uma dor, e isso vi bastante nas jornadas. Já me candidatei a presidente, papa etc. pra ser capaz de levar adiante o que só eu vi e que me faz ser quem sou. Assim vou percorrendo as idades de modos diferentes por fazer, já que cada hora é outra, cada situação é outra. Mantenho mesmo assim minha constante atividade, esperando que o resultado seja algo melhor que o que é, numa tentativa de equilibrar a realidade.

2 de abril de 2015

Rascunho

No começo nada é claro 

Aos poucos vira o que é 
Depois o que há separo 
Mais que só corpo sou pé 

Quando faz frio reclamo 
Falo se apertar a barriga 
Digo não a um estranho 
Que me convoca à briga 

Tudo é defesa do corpo 
Já desde cedo eu choro 
Ou já estaria bem morto 
O que sai à boca é modo 

Se uso na conquista verbo 
Pra alcançar o meu desejo 
Uso aqui mais outro verso 
Pra que exista o que vejo 

Descrevo um mundo igual 
Pessoas pra qualquer lado 
Com cama, ração, hospital 
Como um direito sagrado 

#partidodahumanidade 

1 de abril de 2015

Cala

Temas se sobrepondo 
E só piora tua atuação 
Tua fala fora do ponto 
O que resta de ti é vão 

Perdes a linha na cena 
O fato não é um roteiro 
Teu improviso dá pena 
E isso piora o teu cheiro 

Saio da peça com dor
Observo das ruas fome 
Já esqueci a farsa e ator 
A letra gente não come 

A morte vem pro inerte 
Sem saber qual fala vale 
A palavra não converte 
Seu rigor espanca a face 

Sinto o frio do teu peito 
Ouço tua boca fechada 
Me dói te ver desse jeito 
A ter resposta pra nada 

Teu texto nunca escrito 
Um dia poderias viver 
Desde hoje só um grito 
O teu coração sem bater

Não me engano mais 
O que importa é vida 
Vence o drama à paz 
Onde nos falta comida 

#partidodahumanidade

24 de março de 2015

Palco

Na busca de perfeito ato 

Grito a vós que eu falho 
Mas o que importa trato 
Desde mente a trabalho 

Sonho com a nova versão 
Do que pensei que sabia 
Acordo decidido pelo não 
Serei outro eu neste dia 

Mas se vazio há um prato 
Ou um até sem agasalho 
Nada vale esta encenação 
Sem vida o teatro esvazia 

#partidodahumanidade 

18 de março de 2015

Vota Israel

#partidodahumanidade #shaul1ministro #pauloalfpresidente 

13 de fevereiro de 2015

Combinado

Empresta o banco 

Que apoiou fulano 
Eleito e governando 
Já faz mais dum ano 

Trabalha a empresa 
Que votos financiou 
Com grana sob mesa 
Pra programar eleitor 

Bandeira de partido 
Tudo é papo furado 
Governa patrocínio 
Controla candidato 

Qual corporação é? 
Seu diretor governa
Político que quiser 
Receber sua verba. 

Cai o pano do teatro 
E aparece a verdade 
O tão eloquente ato
Tava todo ensaiado 

Abre olho ao ir à urna 
Põem grana na eleição 
Pra tirar fortuna futura 
Esses bandos de ladrão 

14 de janeiro de 2015

Doutrina

Abraão é considerado o pai da fé. De sua descendência, quase toda corrupta, surgiram as três mais influentes religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo. De todos os filhos de Israel, descendente direto de Abraão, o único que seguiu seu exemplo foi José, que serviu como escravo com dedicação e foi orientado do alto, trazendo socorro a um povo que nem era o seu. Por causa da conduta de diferentes pessoas que se diziam e se dizem seguidoras desse patriarca, com o passar do tempo a verdadeira doutrina abraâmica se perdeu e as crenças se distanciaram do exemplo que ele deixou. Séculos mais tarde um homem, a quem chamam Jesus, pregou e viveu a mesma coisa. São as figuras mais marcantes da história e ainda assim permanecem sem ser compreendidos. Posteriormente Maomé e Joseph Smith Jr. trouxeram novamente a doutrina à tona, mas seus seguidores perderam também a essência, tornando-se cheios de orgulho. O problema é o mesmo de sempre, achar que são melhores que os demais por pensarem que são os verdadeiros fiéis. Deixando de lado as outras figuras, volto a falar de Abraão. Estando em sua casa, acolheu gente que não conhecia, deu-lhes alimento de qualidade, tratou com respeito andarilhos. Defendeu a liberdade mesmo arriscando sua própria vida. Era um homem de ação muito mais do que de palavras. Por isso recebeu instruções pra guiar a si. Por onde andou, em vez de combater, serviu a quem tinha outras maneiras de ver e entender a realidade sem forçar os outros a pensar de seu jeito. Lidava com honestidade, sem buscar presentes, ainda assim enriqueceu materialmente. Apesar da arrogância da maioria dos filhos, não os odiou. Nos lugares em que esteve se fez servo, em vez de reclamar. Lidou com gente grande e pequena sem lhes diminuir ou privilegiar. Ele foi a mudança. Em vez de mover o mundo, moveu a si. Não criou uma religião nem gastou com templos, apenas deixou o exemplo de como tratar os demais. Sua recompensa é a mesma que cada um pode receber: ser instruído do alto. Hoje a religião mata, odeia, nega auxílio ao necessitado que não faça parte de seu grupo. A doutrina verdadeira se perdeu em costumes que enxergam o mundo ao seu redor. O Partido da Humanidade, ainda que não tenha vínculo com religião alguma, defende o mesmo direito à vida e à liberdade. Pra alcançar esse fim, o governo deve tão somente cuidar pra que cada pessoa tenha acesso a seis elementos essenciais: comida, moradia, roupa, cuidados com a saúde, educação e segurança, pra que cada um viva como quiser, desde que com respeito ao seu semelhante. #partidodahumanidade

12 de janeiro de 2015

Terrorismo

Bombas e tiroteios causam medo. Surgem de maneira inesperada, sem que sejam detectados pelos modernos sistemas de controle. São famílias destroçadas pela perda de seus parentes, ameaçadas pela insegurança. Atentados se tornam cada vez mais corriqueiros, o que só aumenta a repressão sobre os possíveis responsáveis. Na verdade, são vítimas que se erguem pra conter uma história de muitas mortes e principalmente de fome. Nosso modo de viver ocidental tem causado dor e sofrimento a povos inteiros pelo mundo a fim de defender nossos privilégios. São tropas enviadas a fim de garantir o acesso à gasolina que desperdiçamos em inúteis passeios. São quinquilharias que compramos produzidas por mãos escravizadas no outro lado do planeta. Conduzimos milhares à miséria e esperamos que nunca se revoltem, mas cada vez mais preparam-se pra guerrear, assim como aqueles que lhes roubam posses e vidas. Os políticos e líderes religiosos só sabem colocar mais fogo nesse incêndio descontrolado causando mais e mais terror e mortes. Contrariam o bom senso ao piorar a situação, trazendo mais rancor e vingança. Fazem do jeito mais errado. A única solução tem sido dada insistentemente: fornecer comida, moradia e atendimento médico. Não é o envio de mais armas que vai mudar o contexto, mas sim o envio de auxílio pra acabar com tamanha desigualdade e pobreza. Do lado de cá, somos ensinados que nosso padrão de vida e nossas crenças são mais certos que os do lado de lá. Estamos igualmente errados, já que os cabeças da população falam cheios de ignorância. Somos conduzidos por gente que não sabe. Quanto mais brigamos por essa estupidez, pior se torna nosso mundo. O Partido da Humanidade defende a preservação da vida em todos os lugares, lá e aqui. Todos são humanos, afinal. #partidodahumanidade

8 de janeiro de 2015

Unstoppable

Such as the boat that sinks if doesn't move is human existence. Boredom is a constant in most cases. Routine kills daily. No joy can come from the obligation. We have free will and it creates in us a natural desire to do and be different, at least sometimes. Most of us are chained by jobs and preparations for it that take the entire day each week of the decade. That is how billions die. Not only in wars, accidents or hospitals. We surely need more than a few minutes at night before sleeping to think and do what we like. As long as we are forced by hunger and cold to work, we are prisoners, dead people performing tasks. It certainly is not the same as working in order to achieve something one wants. Feeding doesn't mean only permission for laziness but complete freedom to be or do without worrying about staying alive. Our world is a reflection of ourselves. If we all are not allowed to use the potential we have, the society will remain obsolete and ignorant. One mind can make the world change. Some invented 'miracles' we now use regularly. How can we stop it and stay? Food, shelter, medical care, clothes, security and study are rights to be given to every citizen, worker or not. We need it to make a better way, doesn't matter which. #partidodahumanidade #truehumanityparty


7 de janeiro de 2015

Dividido

É difícil manter o pensamento no bem estar alheio quando o presente momento ocupa o corpo e a mente com tanto. O ser político é uma atividade de tempo integral. Ou a vida da população realmente importa ou é só teatro. Quem sabe o sofrimento do povo e é responsável pela solução não dorme sem choro. A carreira política atual preza a recompensa financeira do seu profissional de tal maneira que os excessos chegam a cegar. Simples: o governante deve receber o que o Estado dá pro cidadão. Aí, quanto melhor o serviço oferecido, melhor pra todos inclusive pro referido servidor público. Pessoas bem nutridas, protegidas do clima por paredes e tecidos, atendidas e tratadas por especialistas quando enfermas, protegidas em sua liberdade por uma força armada justa e treinada, com acesso às informações, essas podem muito. Cada escravo é um deus morto. Quem sabe que foi preso pela corrente da sobrevivência? São diferentes nomes, lugares e situações, mas milhões e milhões (no planeta, bilhões) que se submetem a outros tão somente pra ter certeza de que continuarão existindo. Alguns se dispõem a tirar do outro, seja o bem ou o sangue. Entram nas fileiras insensatas que existem nas empresas, escolas, famílias, nações, irmandades, tropas, quadrilhas, igrejas, turmas, classes, categorias... Cada um olhando pra si. Justificar a morte e o roubo é o que se faz de melhor qualidade, ainda que de pior efeito. Não é só o jornalista que faz verdade. Os grupos possuem suas próprias doutrinas de racionalização da desculpa. Por algum motivo, o ser humano que pertence a uma entidade social diferente será visto como inferior ou ao menos merecedor do ataque a sua posse ou corpo. Os membros desses coletivos procuram a proteção que o governo lhes nega, mesmo que pra isso neguem a seus semelhantes os exatos direitos que buscam. Obviamente há interesses outros em cada conflito individual. São as mensagens escondidas no significado das palavras que acabam beneficiando uns poucos com privilégio sem que precisem de dor. Chega de papo. Muitos sofrem. Comida, moradia, roupa, cuidados da saúde, educação e segurança grátis pra todos. O resto nos separa e mata. #partidodahumanidade

1 de janeiro de 2015

Fogos e focos

Comentário de um cidadão durante o show pirotécnico desta noite: "Olha o nosso iptu queimando". Se estamos mal de grana, fica evidente que cada gasto excêntrico é exagero. Ainda assim teve quem achou o espetáculo curto. Sim, é verão, férias, ano novo... A festa é certa. Mesmo sem fogos dá certo. As pessoas vão pra conversar, encontrar, conhecer... Sugestão: severa política de direcionamento de uso de recursos pra questões prioritárias. Em 2015 quero ver a prefeitura pagando menos vaidades. Nossa arquitetura é um claro indicador que aqui a desigualdade sempre foi grande. Gastam em reformas de relíquias de um passado de opressão e as periferias continuam esquecidas. Sem saneamento básico ou postos de saúde equipados passam os anos. Não quero melhorias nas áreas residenciais nobres ou na zona comercial até que os bairros se sintam igualmente atendidos. Restaurante popular perto de casa, centrais de distribuição de roupas usadas, albergues setoriais, postos da guarda municipal nas comunidades... Vamos passar mais um ano distraídos pela constante troca de atrações? Perdemos a percepção da passagem do ano anterior entre copa e eleição. Ano que vem isso volta com as olimpíadas. Este que começou é um intervalo entre os faraônicos eventos esportivos. Não se trata de começar com briga contra o governo, mas ter cuidado pra que todos olhem o que realmente importa (a população). #partidodahumanidade

31 de dezembro de 2014

Iluminati Inc.

Nuclear

Já falava Enéas sobre o uso da força nuclear como instrumento de defesa, mas abertamente. A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A tem concurso público para pessoas trabalharem com "desenvolvimento de tecnologia nuclear". Estamos investindo em morte, não em vida. O Partido da Humanidade (PUM) entende que a força pode ser necessária para a manutenção da liberdade e integridade física dos cidadãos, porém isso não tem o objetivo de promover a morte (que bem traz uma explosão radioativa?). O aparelho de proteção usual (polícia) precisa de fiscalização e investimentos em pessoas, equipamentos e treinamentos. Quais as prioridades do governo afinal? Comida, moradia, roupa, cuidados com a saúde, educação e segurança são os principais núcleos de um Estado que realmente se importa com a população. #partidodahumanidade

30 de dezembro de 2014

Crime

Pelo mundo afora se fala em legalidade da maconha como arma de combate ao crime. Certamente o tráfico é um dos braços do se faz ilegalmente. O que precisa ser considerado é que se o traficante perde seu posto de trabalho vai ter que buscar a sobrevivência de outros modos. Na falta de vagas do mercado formal em que nos encontramos, cada vez mais profunda pela inevitável automatização, a opção mais evidente é que o cidadão acabe novamente operando ilicitamente mas em um diferente ramo que lhe garanta o seu com menor esforço. Não sei todos os caminhos do meliante, ele pode atacar a ordem social em qualquer parte. O problema não apenas permanece como também se torna mais difícil de achar. É em cima desse grupo de indivíduos que são construídos os blocos revolucionários terroristas onde guerras são armadas pra aumentar lucros (petróleo, riqueza natural, mulheres, escravos...). Em um cenário de guerra a fome é generalizada e a comida é instrumento de controle. No Brasil o discurso que se ouve tem cada vez mais doses de ódio, numa crescente que instiga conflitos e, consequentemente, intervenções militares, como as de ano e meio atrás. A solução pra tudo isso começa exatamente na comida. É aqui que se faz a divisão entre os povos que progridem verdadeiramente e os da mesmice. Somos multidões a pensar a cada dia em como vamos fazer pra poder encher o prato. Ó desperdício de gênios. Eis o crime maior, a castração da mente, real criadora dos avanços tecnológicos que já surgiram e assim será sempre. O governo que não dá vida é conivente com o crime, além de culpado por sua existência, ao negar o alimento gratuito. Existe produto agrícola suficiente pra todos. Alimentos crus, os únicos realmente bons pra saúde, devem ser comprados a um preço justo pela população com dinheiro público em formato de cartão ou tíquete. Um sistema regulamentado e fiscalizado traz lucro e alegria. A solução do crime passa pela falta de opção que se resolve pela solução da pobreza. Rango, canto, pano, saúde, sábio e segurança são as únicas prioridades do Partido da Humanidade (PUM) porque são as únicas que importam. Todas as outras questões são costumes temporários que variam de acordo com o lugar e tempo. Há pouco menos de um século a maconha não só era legal mas também fonte de capital e portanto de impostos que podem ser usados pro Brasil consequentemente influenciando positivamente a globalidade. São inúmeros subprodutos muito valorizados em uma cadeia produtiva que pode empregar quem hoje está preso na inviabilidade cotidiana. Tudo começa com comida, moradia, roupa, cuidados com a saúde, educação e segurança grátis pra todos desde o nascimento até a morte. #partidodahumanidade

Fraca

29 de dezembro de 2014

Mexe

Com as mudanças nas leis trabalhistas o Brasil tira no apagar das luzes de 2014 exatamente de quem perde (viúva, desempregado, patrão com funcionário a menos...). É no lado mais fraco que arrebenta. Em vez de economizar justamente na manutenção de vida, o governo pode deixar de gastar com outras coisas. São massas movidas a salários mínimos versus categorias que votam seus próprios ordenados. São milionários que enriquecem sentados versus milhões que vivem pobres de sentido pois não lhes resta tempo pra isso ou morrem. Cada vez mais nos distanciamos de uma sociedade humana se deixamos que os políticos tenham os olhos somente no cofre quando deveriam primeiro olhar pros problemas vitais dos cidadãos. De fato, a administração pública deve se envolver com o bem estar geral do eleitorado. Comida, casa, roupa, cuidados com a saúde, educação e segurança são a base. Já passou o tempo em que precisávamos de representantes pra fazer leis e votar sua validação. Hoje somos muitos com telefone celular e televisão, capazes de acompanhar uma sessão de votação e de expressar nossa vontade. De quanto tempo mais precisamos pra mudar? Cento e trinta anos atrás votaram a lei do sexagenário, a aposentadoria dos escravos. Seguiremos reféns de leis cada vez mais tortas sobre as quais não opinamos? A legislação precisa ser revista e consertada. Ao contrário, é piorada. #partidodahumanidade

Morte

Pelo direito a comida, moradia, roupa, cuidados com a saúde e segurança. Menos que isso é desumano. #partidodahumanidade 

Educação

Fala-se muito em educação. A rotina humana acabou sendo centrada nisso. As férias, os horários, os assuntos, os investimentos em tempo, esforço, capital e tantos outros aspectos da vida se voltam pra adquirir um conhecimento que garanta uma posição na cadeia de trabalho. O desempenho profissional em si mesmo é outro quando há interesse acompanhado de estudo. O problema do ensino formal atual é que ele não tem flexibilidade suficiente pra inovação. A metodologia acadêmica é a repetição do discurso oficial, com pouco tempo pra pesquisa como ação cotidiana. A sala de aula é como a esteira da linha de produção que não pode ser parada. A vida não é assim. Paramos às vezes pra pensar e fazer isso é essencial pra pensar o que não foi pensado ainda. Cada um pode deixar sua marca na sociedade se tiver a oportunidade de criar, construir algo. Infelizmente a maioria é manipulada por tantas pessoas, coisas e maneiras que é difícil dizer quem realmente é único, quem ouve a si, se entende e faz o que quer mesmo. Que pensa o professor? Conteúdo e avaliação. Nada de criação, percepção do eu. Como podemos buscar um sonho se o que nos passam na mente foi imposto por outros? Com a capacidade de cada um pra entender, qualquer povo pode alcançar melhores condições de existência. A paz depende das pessoas, que precisam estar em paz. O governante não deve impor idéias, mas permitir que surjam. Pra isso, o Partido da Humanidade (PUM) defende que o Estado cumpra sua obrigação constitucional de garantir o direito à vida. É direito? Tem requisitos: comida, moradia, roupa, cuidados com a saúde e segurança. Só então a educação passa a ser possível. Só então o poder da criação voltará a ser um atributo comum e ao mesmo tempo valioso. #partidodahumanidade